terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Missa na Churrascaria Novilho de Prata


Momento especial e sublime! funcionários, amigos e diretores em torno da Mesa da Eucaristia!

sábado, 7 de novembro de 2009

Padre Pio



Santo Padre Pio, rogai por nós!

Dom Paulo Evaristo Arns nos 60 anos de sacerdócio de Pe. Médici


Missa de 60 anos de sacerdócio de Padre Luigi Médici, xaveriano, no Mosteiro das Irmãs da Visitação.
(Claudinei, Dom Paulo, Pe. Medici e Victória)

Dom Paulo Evaristo Arns



grande alegria: eu e Padre Giovanni Murazzo nos encontramos com Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal emérito de São Paulo.

sábado, 12 de setembro de 2009

SAUDADES - DIMAS ADEMIR GARBIM


Nossa família está mais triste com a partida repentina de Dimas Garbim..... ele faleceu na noite de quinta-feira, 10 de setembro, vitimado por infarto fulminante, em sua casa, em Campinas/SP.
Seu sepultamento foi ás 16 hs. de sexta-feira, 11 de setembro, no Cemitério Flamboyant. Nossos sentimentos á esposa, Shirley Polesel e ás suas filhas, Juliana e Josiane.
Dotado de grande alegria e presença marcante fazia a diferença em qualquer encontro. Saudades!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Entrevista com Padre Luigi Médici, pioneiros dos missionários Xaverianos no Brasil


Entrevista com o Claudinei no dia 02 de agosto de 2004.

Como foi a sua infância e quais foram os fatos que podem ter fornecido o surgimento de vocação religiosa?

Nasci no dia 13 de janeiro de 1920 numa cidadezinha do norte da Itália.
Os primeiros dias foram felizes pois tínhamos casa própria e um nível de vida de classe média de então. Meu pai era mestre de obras que, infelizmente pela sua bondade, caiu na falência
quando eu tinha apenas seis anos. Deixou a viúva com seis filhos pequenos e sem recursos.
Minha mãe era uma mulher muito piedosa e educava os filhos na prática religiosa convicta no temor de Deus.
Tenho uma lembrança inesquecível de meu pai. No momento de sua morte fez questão de me ver. Foram procurar-me na escola onde estava cursando o quarto ano do primário e quando me viu, sorrindo, disse estas palavras: “Oh! O meu pequeno padre!” e, reclinando a cabeça, faleceu.
Está lembrança me acompanhou em cada passagem da minha vida. Não tenho receio em declarar que foi naquele momento que foi lançada no meu coração a semente da vocação religiosa.

Porque a opção pelos missionários Xaverianos?

Durante a última grande guerra os seminários diocesanos eram visitados repetidamente por vários padres das congregações missionárias que, não podendo voltar as suas missões faziam animação missionária entre os futuros sacerdotes diocesanos.
Entre eles apareceram também alguns missionários Xaverianos falando de sua missão na China. Isto me fascinava e me fez lembrar que nos anos de 1928-30 quando ainda era coroinha, um padre xaveriano, meu concidadão que tinha voltado da China, após as missões, ficava tempo comigo para satisfazer a minha curiosidade sobre sua missão e suas façanhas; me dava feixes de revistas de sua congregação que eu lia com avidez e me fazia sonhar de me... tornar como ele.
Agora o germe lançado naquele tempo dava o seu fruto.

Porque a vinda ao Brasil? Foi um projeto pessoal ou da congregação?

Depois da grande guerra, na congregação havia muitos padres mais velhos do que eu esperando para serem enviados ás missões, aliás eu era um dos recém ordenados. Depois de longos nove anos de espera pedi ao superior geral que me enviasse as missões no exterior. Ele me perguntou: “Onde você quer ir?” Respondi logo: “Japão” , ele retrucou: “esta certo, você irá ao Brasil!”. Não foi portanto uma escolha minha, mas uma simples obediência religiosa ao superior. Dois meses após este diálogo já estava na terra de Santa Cruz.

Desenvolveu algum trabalho antes de vir ao Brasil?

Sim. Trabalhei durante nove anos na animação missionária como administrador do escritório da imprensa missionária da congregação no pós-guerra. Tínhamos uma revista missionária para todos, outra para jovens, outra para familiares e benfeitores e outra pra professores católicos das escolas italianas. Chegamos até a montar uma tipografia para editar as nossas produções.

5)Como foi o inicio do seu trabalho no Brasil?

Cheguei em Curitiba vindo da Itália após uma longa venturosa viagem de avião a élice, em novembro de 1954. No dia 2 de janeiro seguinte fui enviado para São Paulo para iniciar nesta cidade uma atividade de animação missionária. Fiquei sozinho, sem conhecer ninguém, sem possuir a língua portuguesa sem ter um lugar onde pousar a cabeça e completamente sem dinheiro. Foram os capuchinhos que me hospedaram nos casebres de andarilhos onde fiquei por uma semana. Em seguida Dom Paulo Rolim Loureiro, Bispo auxiliar em São Paulo, enviou-me na paróquia Nossa Senhora de Sião no alto do Ipiranga para ajudar o padre Carlos Giele, vigário, que adoeceu poucas semanas depois e assim eu fiquei sozinho naquela grande paróquia.

Quais foram os trabalhos desenvolvidos no Brasil?

O missionário que deixa a sua pátria tem como prioridade a evangelização mas, ao mesmo tempo deve ser apto a incentivar a promoção humana dos povos onde foi enviado. Por isso comecei desde os primeiros tempos em São Paulo uma obra para tirar menores de rua por meio do "centro comunitário de promoção do menor", obra que ao longo destes 50 anos desenvolveu-se em vários grupos que ainda estão funcionando nas cidades de São Paulo e Curitiba.
Como filho de pedreiro mestre de obras não podia também deixar de construir alguma coisa. Assim dediquei-me a construção dos seminários Xaverianos em Jaguapitã, Santa Mariana, no Paraná e também da atual sede de direção Regional dos Xaverianos na Vila Mariana em São Paulo. No campo pastoral fui vigário em três grandes paróquias, a saber: Jaguaritã- PR, Laranjeira do Sul- PR e Santa Mariana –PR.

Como resumiria o período em que o senhor foi provincial? Quais foram as realizações de maior importância? Quais os desafios?

Foi um período de relativa tranqüilidade em que foi preciso reestruturar a nossa organização em vista do futuro. Assim deixamos algumas paróquias do Paraná e abrimos campos de trabalho em Minas Gerais na Diocese Itabira/Coronel Fabriciano. Iniciamos também o nosso ministério sacerdotal na periferia de São Paulo enfrentando grandes desafios devido a falta total de estrutura naquela região e a rapidez do seu crescimento.

Se tivesse que citar uma alegria e uma tristeza destes 60 anos de sacerdócio, quais seriam?Quais suas devoções? Qual o titulo de Nossa Senhora lhe inspira mais? Qual o santo?

A alegria maior foi para mim a paróquia de Sta Mariana onde tive a felicidade de ver uma comunidade cristã ressurgir do desmazelo total até se tornar uma verdadeira comunidade missionária. Fiquei nela como vigário durante 14 anos e encontrei o apoio e a colaboração total dos leigos em todas as linhas da pastoral. Nela foi possível construir um seminário xaveriano com os recursos de todos e foram criadas comunidades eclesiais de base em toda parte.
A confirmação desta realidade foi provada neste ano, no mês passado, quando fui convidado a celebrar o 50º. ano de minha chegada no Brasil. Embora tivessem passados 24 anos desde a minha saída da paróquia, o povo lotou o ginásio de esportes que tem capacidade para 5 mil pessoas para agradecer e me declarar "cidadão honorário” daquela cidade. Pequena satisfação humana para mim, mas grande honra para eles.
A tristeza foi a noticia da morte da minha mãe na Itália. Tristeza que se tornou fonte de bem para a paróquia. O caso aconteceu assim: Havia uma centena de jovens no salão esperando a minha palestra, no momento de entrar na sala recebo um telegrama com estas simples palavras: “tua mãe morreu". Entrei na sala mas, pela emoção não conseguia falar e os jovens cheios de vitalidade não conseguiam calar.
Então li para eles o telegrama recebido. Fez-se um silêncio total! Daquele momento em diante toda paróquia refloresceu, milagre da comunhão dos santos!
A devoção: Nunca desprezei as devoções particulares do povo porém na minha devoção foi sempre cristocêntrica juntamente á devoção a Nossa Senhora, Sua Mãe, sob o título de Nossa Senhora das Graças, pois foi a Ela que minha mãe me consagrou um dia antes de eu nascer.
O santo: São José porque sempre me acompanhou na vida.

A idade avançada e as dificuldades com a saúde deixam qual mensagem?

Coragem e bom humor!

Como é o seu trabalho no arquivo da congregação? Qual o sentido e o alcance do arquivo?

A finalidade do arquivo é salvar a memória dos muitos confrades que passaram por esta região xaveriana, dos seus trabalhos, obras e sacrifícios e sua dedicação ao povo brasileiro. Seria injusto esquecer a história daqueles que deixaram tudo para se dedicar ao bem do próximo. Além do mais a historia se faz com os documentos e não com as conversas.

Qual a mensagem que o senhor deixaria nesta comemoração de 60 anos de sacerdócio?

A vida é um dom de Deus - Fomos criados para a felicidade. Porém nunca alcançamos a felicidade sozinhos. O egoísta é um infeliz. Depois de 60 anos de serviço ao próximo posso afirmar tranqüilamente: “VALEU A PENA!”.

Em algum momento o senhor duvidou de sua vocação ou de que tivesse feito a escolha certa?

NUNCA!

Existe algum projeto de voltar à Itália?

Nós não temos projetos, só obedecemos!

,

Dom Ernesto de Paula, primeiro Bispo de Piracicaba e Padre Oscar Ferraz do Amaral, na antiga capela da Paulicéia

Famílias POLLESEL que imigraram para o Brasil

POLLESEL

1. Felice - pai 35
Maria Carli- mãe 32
Catterina- filha 7

desembarque em santos em 02 de março de 1888
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2. Felice -pai 33
Pasqua mãe 30
Angelo filho 6
Teresa filha 3

desembarque em santos em 23 de dezembro de 1888
vapor: Fortunata Raggio
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3. Giovanni pai 51
Catterina mãe 44
Giuseppe pai 42
Marianna mãe 30
Maria filha 17
Rosa filha 16
Luigi filho 10
Giacomo filho 10
Antonio filho 9
Amalia filha 7
Giacobbe filho 6
Amedeo filho 5
Amalia filha 2
Pietro filho 1

desembarque em Santos em 21 de janeiro de 1889
vapor: Palestro
contratados por Francisca de Paula
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POLESEL

1. Luigi pai 26
Giuseppina mãe 26
Ruggiero filho 5
maria filha 3

desembarque em santos em 28 de agosto de 1884
vapor: Scrivia
destino: Ribeirão Preto
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2. Giacomo pai 40
Regina Carmella mãe 30
Felice filho 5
Dommenica Luigia filha 3

desembarque em Santos em 06 de maio de 1887
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3. Antonio chefe 58

desembarque em Santos em 12 de fevereiro de 1888
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4. Angelo pai 46
Luigia mãe 35
Adamo filho 15
Giovanni filho 12
Regina filha 10
Giuditta filha 8
Umberto filho 6
Constante filho 3
Caríssimo filho 1

desembarque em Santos em 04 de maio de 1888
vapor: San Martino
contratados pela Baronesa Oliveira Amaral
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5. Benedetto pai 40
Maria mãe 35
Basílio filho 10
Emília filha 7
Santa filha 4

desembarque em Santos em 07 de fevereiro de 1889
vapor: Bourgogne
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6. Tomaso filho 27
Maria mãe 54

desembarque em Santos em 05 de janeiro de 1891
vapor: Bearn
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7. Pietro pai 40
Fortunata mãe 33
Giovacchino filho 11
Luigi filho 9
Eugenio filho 7
Rosalia filha 5
Giuseppe filho 4
Giorgio filho 3

desembarque em Santos em 20 de novembro de 1892
vapor: Michele Lazzaroni
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8. Antonio pai 55
Regina mãe 55
Enrico filho 7
Marco filho 5
Eliseo filho 3
Giulia filha 1

desembarque em Santos em 14 de outubro de 1897
vapor: Sempione
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9. Antonio pai 31
Teresa mãe 26
Guerino filho 4
Zalle filha 2

desembarque em Santos em 29 de novembro de 1897
vapor: Whashington
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10 . Pietro pai 34
Stella mãe 24
Giovanni filho 1

desembarque em Santos em
vapor: Equitá
destino: Itatinga, contratados por Francisco de Mattos
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11.. Vittorio chefe 31
Maria mulher
Francesco filho

Desembarque no porto de Vitória/ES em 03 de abril de 1892
Vapor: Olinda com escala no Rio de Janeiro
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01.. Angelo chefe 67
Pietro sobrinho 13
Regina sobrinho 15
Giuditta sobrinha 17
Luigi sobrinho 24
Angela cunhada 47
Maria cunhada 40
Osvaldo irmão 59

desembarque em Santos em 07 de abril de 1888
vapor: M. Bruzzo
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2. Francesco pai 48
Regina mãe 43
Santa filha 19
Maria filha 17
Lucia filha 11
Pietro filho 8
Nicola filha 6
Luigi filho 1
Luigia filha 16

desembarque em Santos em 13 de fevereiro de 1887
vapor: Bourgogne
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3. Luigi marido 57
Angela mulher 52

desembarque em Santos em 24 de fevereiro de 1888
vapor: Attivita
Contratados por Dr. Henrique Dumont
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4.. Luigi

Desembarque em Santos em 01 de outubro de 1892.
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5.. Sebastiano marido 52
Santa mulher 45
Lucia filha 19
Maria filha 12

desembarque no Rio de Janeiro em 23 de dezembro de 1888
Vapor: Malabar
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6.. Tomaso marido 52
Antonia mulher 48
Giovanni filho 25
Rosa Nora 26
Giovanni filho 1
Giuseppe filho 21
Rosa filha 18
Angelo filho 16
Dommenico filho 14
Marco filho 9
Eugenio filho 4

desembarque em Santos em 13 de fevereiro de 1887
vapor: Bourgogne
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7.. Sante marido 44
Giuditta mulher 33
Antonia filha 15
Pietro filho 13
Felice filho 9
Caterino filho 7
Carlo filho 5
Luigia filha 3
Teresa filha 1
Masson Maria Sogra 59

Desembarque em Santos em 04 de maio de 1888
vapor: San Martino
Destino: Amparo
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8.. Luigi chefe
Angelo pai
Gio batta Tio
Giovanni Primo
Giuseppe Primo
Angelo Primo
Luigia Irmã
Maria Irmã
Olivia Tia

Desembarque em Santos em 1888

Irmã Maria Felicissima Moschini - Franciscana do Coração de Maria

IRMÄ MARIA FELICISSIMA MOSCHINI
Uma santa enfermeira na terra

A Franciscana do Coração de Maria Irmã Maria Felicíssima Moschini foi realmente aquela italiana que se doou para o engrandecimento desse Pais, que necessita de corações generosos, que ajude os pobres, os necessitados, os doentes, foi o que fez como enfermeira e farmacêutica.
(Irmã Maria Luigia Moschini, durante a I Semana de Cultura Italiana realizada em Piracicaba\SP em 1999).

Vivo agora em São Paulo, capital, por forca do meu trabalho e encontrei-me há poucos dias com o querido amigo Dr. João Orlando Pavão. Encontro agradável, convite irrecusável: escrever no jornal da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba!!! Da Santa Casa que me viu nascer e onde nasceu minha filha Victoria Maria!
Aproveito então a oportunidade para escrever sobre o privilegio de Ter convivido e privado da amizade com a religiosa Franciscana Irmã Felicíssima. Italiana nascida na Província de Trento, (a mesma região do norte da Itália que deu ao Brasil sua primeira Santa: Madre Paulina), veio para Piracicaba com apenas 10 anos acompanhando seus pais e irmãos que emigraram na esperança de dias melhores. Nascida no seio de uma família cristã que deu à Igreja outros três grandes religiosos franciscanos: Frei Felicíssimo Maria de Prada (1884-1960), Frei Mário Moschini (1924-1987) e a Irmã Maria Luigia Moschini, abnegada e atuante religiosa da comunidade Franciscana da Santa Casa de Piracicaba. Atuou muitos anos em Jundiaì/SP, mais precisamente 38 anos, sendo 25 na área de enfermagem do Hospital S. Vicente de Paula e 13 na Cidade Vicentina Frederico Ozanan. Transferida depois para Piracicaba permaneceu como responsável pela farmácia do Lar dos Velhinhos de Piracicaba pôr quase 6 anos, onde faleceu em 23 de outubro de 1993, após suportar terríveis males de saúde causados pelo câncer.
Em vida recebeu varias homenagens e tive a honra de organizar duas homenagens póstumas:
· Inauguração da Avenida Irmã Maria Felicíssima Moschini em Piracicaba/SP, em 1996.
· Outorga do Diploma Irmã Maria Felicíssima Moschini, durante a Semana de Cultura Italiana, realizada anualmente em Piracicaba durante o mês de novembro para “reunir, saudar, resgatar e homenagear pessoas ligadas às comunidades italianas de Piracicaba. Este diploma foi artisticamente criada e concebido pelo artista plástico Marco Antônio Cavallari e tornou-se objeto de grande admiração entre os felizes contemplados, como por exemplo, Dona Otìlia Dedini, Prof. Humberto de Campos, Dr. Narciso Gobbin, Vereador João Manoel dos Santos, entre tantos outros).
Exemplos como o desta irmazinha só nos fazem bem e perpetuar sua lembrança è assegurar para as gerações futuras o privilégio que tivemos de Ter conhecido e convivido com esta enfermeira que foi uma verdadeira santa na terra.

(Claudinei Pollesel – Conselho Acadêmico do Clube dos Escritores e Membro Titular do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Fortunato Pollesel e Antonio Brenelli



Fortunato Pollesel e Antonio Brenelli, ambos imigrantes oriundos de Gaiarine, Treviso. Catarina, filha de Fortunato, casou-se com Giuseppe, filho de Antoinio Brenelli.

domingo, 12 de julho de 2009

exorcismo


Oraçào de exorcísmo, para livrar-se do Mal!!!E EU CREIO NA SOLUÇÃO DE TODOS OS MEUS PROBLEMAS, SEJAM DE ORDEM EMOCIONAL, MATERIAL E FÍSICOS, SENDO ELES DIFÍCEIS OU NÃO.EU CREIO NAS PORTAS ABERTAS PARA A MINHA VIDA, NÃO PORQUE EU AS VEJO ABERTAS, PORQUE SEI QUE MEU PAI, O MEU CRIADOR, O CRIADOR DE TODAS AS COISAS AS ESTÁ ABRINDO PARA MIM.REPREENDO TODA A CONFUSÃO SATÂNICA QUE TENTA SUBJUGAR A MINHA MENTE, PROSTANDO-ME EM DORES FÍSICAS.CORTO TODO MAL QUE TENTA DESFAZER O BEM, EM NOME DO PAI. +CORTO TODO MAL QUE TENTA DESFAZER O BEM, EM NOME DO FILHO. +CORTO TODO MAL QUE TENTA DESFAZER O BEM, EM NOME DO ESPÍRITO SANTO. +TODA POTÊNCIA INFERNAL FICA AGORA SUBJUGADA AOS PÉS DA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, E MEU CORPO TORNA-SE SÃO, MINHA MENTE PACÍFICA E SERENA E MEU CORAÇÃO ILUMINADO PELO PODER DO CÉU, DO ALTO, DO INFINITO MAIS BELO QUE HÁ.A CRUZ É A MINHA LUZ.A CRUZ É O MEU SÍMBOLO.O TERÇO É A MINHA ARMA MAIS POTENTE.MINHA FAMÍLIA É JESUS MARIA E JOSÉ.AMÉM!Fique com Deus!!!

sábado, 16 de maio de 2009

FALECEU JOYCE MINCHIN POLEZER


primos,

Faleceu á meia noite nossa prima JOYCE MINCHIN POLEZER, que era vivúva de Hélio Polezer, nora de tio Joanin.
Deixa os filhos Katia, Ketly e Hélio Jr. (já falecido). Os netos, Alex, Taynã, Vinicius, Hélio Neto e Eloá.

Seu sepultamento será na cidade de Americana ás 14 horas de hoje, 16 de maio de 2009.

Nossos sentimentos de pesar á todos de sua família e nossas orações pelo seu descanso eterno.

Claudinei Pollesel

quarta-feira, 22 de abril de 2009

www.dapolezelli.blogspot.com

O Pr. Daniel Alexandre Polezelli é pastor titular da PIB em Jd. São João, situada em Guarulhos na grande São Paulo. É nosso primo, neto de Nello, portanto mais um dos descendentes de Fortunato Pollesel e Regina.

"O meu objetivo com este blog é levar o leitor a refletir sobre diversos temas que lhes serão apresentados.Leia os artigos, faça seus comentários, pois eles serão de grande valor.Ao apresentar os artigos estarei postando artigos escritos por mim mesmo e outros escrito por outros pastores.Que Deus o abençoe e lhe conceda sua graça a cada dia.Um forte abraço a todos!"

www.dapolezelli.blogspot.com



terça-feira, 21 de abril de 2009

NELLO


Nello nasceu em Campinas/SP em 15 de agosto de 1916. Casou-se em Rincão/SP em 28 de outubro de 1939 com Rosa Cardoso. Faleceu em Campinas/SP em 23 de janeiro de 1986. Rosa nasceu em 11 de outubro de 1923 em Guatapará/SP e faleceu em Campinas/SP em 28 de abril de 1982. Ambos estão sepultados no cemitério da Saudade, em Campinas/SP, na spultura da familia Pollesel.
FILHOS:
1. Reginaldo Fortunato
2. Roseli Maria
3. Romualdo
4. Antonio Roberto
5. Renato
6. Rosemary de Fátima Aparecida
7. Rodson de Cássio

IRINEU

Nasceu em Campinas/SP em 01 de dezembro de 1914. Casou-se em Rincão/SP em 04 de maio de 1940 com Ayne Vianna. Faleceu em 25 de maio de 2004, com 89 anos e está sepultado no Cemitério Flamboyant. Ayne reside em Jales/SP.
FILHOS:
1. Neusa Aparecida
2. Carlos Roberto

JORGE (tio Jorginho)


Nasceu em Campinas/SP em 25 de maio de 1912. Casou-se com Teresa Bertolazzo. Faleceu em Itatiba/SP em 24 de novembro de 1987. Teresa nasceu em 05 de março de 1914 e faleceu em Itatiba/SP em 05 de agosto de 2005. Ambos estão sepultados no Cemitério da Saudade, na sepultura da Familia Pollesel.

FILHOS:

1. Sergio
2. Sidney
3. Noraide
4. Cleonilde
5. Cleusa Regina
6. Neide
7. Ozélia

ANTONIO (tio Toninho)


Nasceu em Campinas/SP em 23 de dezembro de 1910. Casou-se com Maria Aparecida Pires (tia Nene). Antonio faleceu em Campinas/SP em 17 de novembro de 1997 e tia Nene em 17 de julho de 1995. Antonio está sepultado no túmulo da Família Pollesel, no Cemitério da Saudade.
FILHOS:
1. Antonio Benedito
2. João Luiz
3. Luiz Antonio Tarcisio
4. Mauro Tadeu

ROMANO (tio Romão)


Nasceu em Campinas/SP em 27 de abril de 1907 e faleceu em Campinas/SP em 14 de setembro de 1994. Casou-se em Campinas/SP com Maria Meneghini (Mariquinha).
Mariquinha faleceu em Campinas/SP em 09 de janeiro de 1981. Ambos estão sepultados em Campinas/SP no Cemitério da Saudade na sepultura da Família Pollesel.
FILHOS:
1. Izaura
2. Evaristo
3. Osvaldo
4. Dirce
5. Geraldo
6. Maria Regina
7. Vera
8. Ivone
9. Fatima
10. Romeu
11. Meire

VICTÓRIO



Nasceu em Itatiba/SP em 03 de dezembro de 1904. Casou-se em Campinas/SP com Assencion Benites Assencio (Conceição). Faleceu em Campinas/SP em 13 de fevereiro de 1970. Conceição faleceu em Piracicaba/SP em 31 de outubro de 1993. Ambos estão sepultados em Campinas/SP no Cemitério da Saudade na sepultura da Família Pollesel.

FILHOS:
1. Mercedes
2. Regina
3. Dolores
4. Leonor
5. Fortunata
6. Márcia (de seu relacionamento com Luiza Azzini).

JOSE (vô Bepin)


Nasceu em Itatiba/SP em 04 de julho de 1903. Casou-se em primeiras núpcias com Anna Citron em Campinas/SP no dia 05 de junho de 1926 e em segundas núpcias com Maria Eloisa Torbollo. Faleceu em Campinas/SP em 12 de maio de 1972.
Anna Citron faleceu em Campinas/SP em 20 de junho de 1942.
Eloisa nasceu em Campinas/SP e faleceu em 1989.
Todos estão sepultados no Cemitério da Saudade em Campinas/SP na sepultura da família Pollesel.
FILHOS:
1. Pedro
2. Fortunato
3. José Alberto (nene)
4. Anna
5. Maria Inez
6. Anna Therezinha

segunda-feira, 20 de abril de 2009

BENEDICTA BÁRBARA (tia Dita)




Nasceu em Itatiba/SP em 12 de setembro de 1899. Casou-se em Campinas/SP em 30 de julho de 1921 com Ezequiel da Silveira. Faleceu em Campinas/SP em 22 de setembro de 1981.
Ezequiel nasceu em 28 de agosto de 1899 em Campinas/SP e faleceu em Campinas/SP em 28 de junho de 1932.
Ambos estão sepultados no Cemitério da Saudade, em Campinas/SP, na sepultura da Família Pollesel.
Filhos:
1. Jacyra
2. Mauro
3. Regina
4. Diogo
5. Therezinha de Jesus
6. Alvarez
7. Santina

CATHARINA (tia Catineta)


Nasceu em Itatiba/SP em 04 de agosto de 1898. Casou-se em Campinas/SP com Giuseppe Brenelli. Catharina faleceu em Campinas/SP em 20 de outubro de 1898. Giuseppe naceu em Francenigo em 07 de setembro de 1895 e faleceu em Campinas/SP em 31 de março de 1973. Estão sepultados no Cemitério Flamboyant, em Campinas/SP, na sepultura da familia Brenelli.
FILHOS:
1. Irineu
2. Irene
3. Fortunato
4. Regina
5. Antonio Renato

Elisabeth (tia Elisa)


Nasceu em Francenigo, no dia 03 de outubro de 1896. Imigrou para o Brasil, junto com seus pais e seu irmão Giovanni, em 30 de outubro de 1897. Casou-se em Bauru/SP em 16 de outubro de 1948, com Deolindo Araujo, com quem já vivia maritalmente há muitos anos. Elisa faleceu em Campinas/SP em 19 de fevereiro de 1976. Deolindo faleceu em Bauru/SP em 11 de novembro de 1950. Ambos estão sepultados na Cemitério da Saudade em Campinas/SP no túmulo da família Pollesel.
FILHOS:
1. Jurandir
2. Zuleica


GIOVANNI (tio Joanin)


Giovanni nasceu em Francenigo, Treviso em 10 de maio de 1895. Imigrou para o Brasil junto com seus pais, Fortunato e Regina, e sua irmã Elisabeth em 10 de outubro de 1897. Casou-se em Campinas/SP, em 26 de julho de 1916, com Maria Magdalena Querido, portuguesa nascida em Coimbra. Exerceu o ofício de alfaiate e comerciante. Faleceu em Nova Odessa/SP em 18 de outubro de 1971. Maria Magdalena faleceu em Americana/SP em 22 de outubro de 1988. Ambos estão sepultados em Nova Odessa/SP.
filhos:
1. Nair
2. Osvaldo
3. Odila
4, Hélio
5. Walter

domingo, 19 de abril de 2009

Regina Gobbo


Regina Gobbo
1872 - 1923

Foto de Fortunato como soldado da Cavalaria Italiana





Foto de Fortunato Pollesel quando servia o exército italiano como soldado da Cavalaria.

Data provável: 1892.



Após a morte de Fortunato, em 1930, esteve com seu filho, Victório, e posteriormente com a neta, Fortunata Polezel Pandolfi, filha de Victório.

sábado, 18 de abril de 2009

BILHETE DE FORTUNATO POLLESEL


frente e verso da estampa de São Roque que estava no bolso do paletó de Fortunato Pollesel no dia de seu suicídio. Fortunato escreveu á lápis: "São Roque, misericórdia pelo amor de Deus. Fortunato." Foi carinhosamente guardada por Elisabeth Polezel e posteriormente por Anna Therezinha Polezel.

Copo de vô Bepin

copo de vidro de José Polesel, vô Bepin. Foi dado de presente de casamento á Maria Cecília Polezel por Maria Eloisa Torbollo, segunda esposa de vô Bepin.

Relógio de com parede com pêndulo



Relógio de parede com pêndulo que esteve presente na vida de Fortunato e Regina desde o casamento em 29 de novembro de 1894. Veio com o casal para o Brasil em 1897. Após a morte de Regina e Fortunato passou pela casa de Giovanni (tio Joanin) e Jorge (tio Jorginho). Em 1997 tornei-me o "herdeiro" deste tesouro graças ao carinho e gentilieza de tia Terezinha, viúva de Jorginho.

bordado feito por Regina Gobbo,com mais de 110 anos


bordados feitos por Regina Gobbo, quando ainda era noiva de Fortunato Pollesel, isto é, foi feito antes de 1894, ano em que casaram. Após a morte de Regina, sua filha Elisabeth guardou esta relíquia que depois passou aos cuidados de sua filha do coração, Anna Therezinha.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

RELÍQUIAS DA NOSSA FAMÍLIA - Oratório do vô Bepin


ORATÓRIO de Jose Polesel, vo Bepin. Esteve presente desde o início da vida de casados de José e Anna Citron. Após a morte de Bepin, permaneceu com sua segunda esposa, Maria Eloisa Torbollo e posteriormente com a família de seu neto Pedro Polisel e Maria Marini Polisel.

RELÍQUIAS DA NOSSA FAMÍLIA


toalha confeccionada em crochê por REGINA GOBBO, nossa bisavó, no início do século XIX. Foi preservada graças ao capricho de sua filha Elisabeth Pollesel Araujo e posteriormente de Anna Therezinha Pollesel.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Barão de Ibitinga - primeiro patrão de Fortunato Pollesel


Natural de Campinas, Joaquim Ferreira de Camargo nasceu em 1832. Proprietário de uma fazenda de café, conhecida como Nova Lousã, no município de Espírito Santo do Pinhal, pertenceu ao Partido Liberal, exercendo cargos de nomeação e eleição popular.

Foi fazendeiro e teve plantação de café no município de Itatiba/SP, foi também vereador, juiz municipal e diretor de várias empresas, como a Companhia Campineira de Iluminação e Gás e Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Em 1887 foi condecorado com o título de Barão de Ibitinga pelo Governo Imperial.

Joaquim Ferreira de Camargo Andrade é neto, por pai, do Capitão Joaquim de Camargo Penteado e é neto, por mãe, do Capitão Mor, Floriano de Camargo Penteado. Foi fazendeiro e teve plantação de café no município de Itatiba/SP.

O Barão casou-se 2 vezes:

Primeiro casamento, com Cândida Franco (irmã da Baronesa de Araras) que é filha do Capitão Joaquim Franco de Camargo. Tiveram 5 filhos. A 1o filha do casal é Maria casada com Antonio Alvares Leite, Conde Alvares Penteado, pela Santa-Sé.

Segundo casamento, com Maria Higina de Almeida Lima (irmã da Baronesa de Pirapitinguí e sobrinha do Barao de Descalvado), que é quem tem o título de Baronesa de Ibitinga. Era viúva de João Carlos Leite Penteado. Tiveram 4 filhos. A última filha, Amália, casada com Henrique dos Santos Dumont, irmão do inventor Santos Dumont.

Homenagem: é nome de rua na Vila Industrial.
Seu túmulo no Cemitério da Saudade em Campinas.

FAMILIA EVANGELISTA - COMPANHEIROS NO VAPOR MANILA

FAMÍLIA EVANGELISTA

Glauber R. Sanfins
Maio/2008
Um dos ramos da família Evangelista de Itatiba teve como patriarca o Sr. Egídio Evangelista. Natural da província de Nápoles, Egídio nasceu aos 17 de maio de 1875. Conforme os relatos recolhidos em família, o desejo de vir para o Brasil decorreu em função de informações e influência de outros familiares que já moravam em nosso país.
Já casado com a Sra. Michelina Canna Evangelista, nascida aos 16 de outubro de 1877, o Sr. Egídio retira seu passaporte aos 25 de setembro de 1897. Passados alguns dias, o casal embarca no vapor "Manilla" e chegam em Santos nos últimos dias do mês de outubro.
Nessa viagem, e em condições muito precárias, nasce o primeiro filho do casal que se chamou Pedro. No dia 30 de outubro de 1897, são registrados na Hospedaria dos Imigrantes em São Paulo.



Egídio Evangelista, o patriarca da família em Itatiba.

Contratados para trabalharem em Itatiba, os "Evangelista" seguem para propriedade de Juca Salustiano. Foram tempos muito difíceis, como bem lembrava D. Michelina em conversa com familiares. Tratados com muita rudeza, os imigrantes padeciam numa sociedade recém-saída de um regime escravista. D. Michelina relatava o sofrimento de ter que amamentar seu bebê enquanto trabalhava nos cafezais.

Depois de deixar o trabalho nessa fazenda, a família foi residir no bairro da Ponte, ocasião em que nasceram os outros filhos do casal: Pedro, Jesumina, Carmela, Assunta, Luiza, Luiz, José, Antônio João e Aléssio. Mais tarde, mudaram-se para as proximidades do atual Hospital Sírio Libanês.

Finalmente, o casal adquiriu uma casa e alguns lotes no Alto da Santa Cruz.

O Sr. Egídio Evangelista (Avô) faleceu no dia 12 de maio de 1944, em sua homenagem nomeou-se uma rua no Jardim Leonor (próximo ao Hospital Sírio Libanês) e D. Michelina aos 10 de julho de 1964.


Da esquerda para direita em pé: Luiza Picollo Evangelista, Albertina Catalano (mãe de Egidio Evangelista Neto, esposa de Pedro Evangelista), Osvaldo Caetano( marido de Nair) e Nair Evangelista (filha de Albertina).
Agachados: Elenice Evangelista (filha de Luiza), Silvia Evangelista (filha de Albertina) e Evanil Caetano (filha de Osvaldo), 1.970

Hoje, são inúmeros os descendentes do casal pioneiro Egídio e Michelina que atuam de forma marcante na sociedade itatibense.

Texto elaborado com a colaboração de Juliana Panzarin Evangelista.


Da esquerda para direita: Tute, Fernando, Igor, Luiza, Glauber, Egidio Evangelista (Neto), e Santa Piccolo, Dez./1980

ORIGEM DO SOBRENOME EVANGELISTA
Difundido especialmente no norte da Itália, este sobrenome surgiu como forma de lembrar e homenagear os Evangelistas (que escreveram os "Evangelhos") João. Lucas, Marcos e Mateus. A palavra tem origem grega significa o que leva as boas novas.
Apesar de fazer uma referência aos quatro Santos, o sobrenome surgiu mais como uma homenagem a São João Evangelista, que se distingue de outro São João, o "Batista".
O termo evangelista vem da palavra evangelho. O evangelista proclama as boas novas da redenção para os perdidos. Além de seu uso em Efésios 4, o termo é também aplicado a Filipe (Atos 21.8) e a Timóteo, como uma exortação: "...faze o trabalho de um evangelista..." (2 Timóteo 4.5).
Dos dois exemplos bíblicos citados acima, podemos concluir que a diferença entre evangelista e apóstolo é que, o trabalho do primeiro, é simplificar o Evangelho e persuadir os homens à fé (os quais já tinham o conhecimento do Evangelho - Ver Atos 8.40). Observemos que Filipe ministra em Cesaréia e Samaria, onde o Evangelho já fora introduzido pelos apóstolos de Cristo. Por sua vez, Timóteo exerceu o ministério evangelístico em Éfeso, onde Paulo já havia implantado uma igreja.
Ao contrário disso, o apóstolo ia a novos campos onde o Evangelho ainda não fosse conhecido, semelhantemente aos missionários da atualidade. Observemos a descrição que o Apóstolo Paulo faz de seu ministério, em Romanos 15.20: "E desta maneira me esforcei por anunciar o evangelho, não onde Cristo foi nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio".
BRASÃO EVANGELISTA

A família teve origem no Reino de Castella da Terra de Campos em Portugal com Dom Manuel Henriques Evangelista. Fidalgo (perfeccionista/eficiente) honrado e senhor da Quinta (fazenda) do Evangelista, pessoa de confiança do Rei Dom Antônio, denominado “o efêmero” por sua atribulada e curta realeza. Evangelista fiel escudeiro participou da aclamação do seu Rei em Santarém (19-VIII – 1580) e da Batalha de Alcântara. Após o exílio de D. Antônio foi nomeado governador das ilhas dos Açores por Dom Felipe I para levar a elas a obediência ao Rei. Cumprida a missão retornou a Portugal e pelos relevantes serviços foi agraciado por Felipe I com o título de Cavaleiro do reino, com direito ao brasão de armas.

Fonte: - Imigrantes Italianos em Itatiba: Memória, Luís Soares de Camargo.
- "http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelista"
- Elizabeth Evangelista Sanfins
Nota do Autor:
Se voce tiver conhecimento ou imagens que possam acrescentar informações a estas aqui contidas, por favor me contate: glauber.sanfins@gmail.com ou glauber.sanfins@bol.com.br

sábado, 11 de abril de 2009

SISNI - Sociedade Interativa Sol Nascente de Indaiatuba



na foto, á direita, Akiko, fundadora da entidade, nossa "prima" do oriente.
SISNI: A SISNI (Sociedade Interativa Sol Nascente de Indaiatuba) é uma ONG com finalidade filantrópica, educacional, cultural, esportiva, sem fins lucrativos e mantida pelo trabalho voluntário.

Visão: Nosso desafio é ser uma organização referência em educação do ser, englobando corpo, mente e espírito, educando as crianças e adolescente e reeducando os adultos, buscando a autogestão e qualidade de vida.

Valores: A SISNI leva o indivíduo à prática de valores humanos, que devem se desenvolver no dia-a-dia. Educação é ação e leva o ser a harmonia entre pensamento, palavra e ação. O autoconhecimento é a base para o desenvolvimento moral e social do ser. Assim, a SISNI acredita que:

A disciplina se constrói através do amor;
A maiêutica (busca de respostas através de perguntas) desperta e desenvolve valores que levam à reflexão e à mudança de comportamento;
Observar, refletir, tomar atitude, agir e saber esperar promovem o autoconhecimento (Paulo Zabeu)

SISNI – Sociedade Interativa Sol Nascente de Indaiatuba
Rua Almirante Tamandaré, 445- Cidade Nova II – CEP: 13.334-200
Indaiatuba - SP
(19) 3825-2177 - Celular (19) 9694-4576
E-mail: sisni@sisni.org.br

EMMG de PRIMEIRO GRAU: "REGINA POLEZEL ABRÃO"

EMMG DE P GRAU REGINA POLEZEL ABRAO
Endereço
BR 364, S/N - KM 87 POSTO GAUCHO
Bairro: ZONA RURAL
Cidade: VILHENA Estado: RO
CEP: 78995-000

qual o valor destas homenagens? mostrar a eternidade da familia e do amor que sentimos por quem amamos.... bela homenagem!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Praça Antonio Polezel - Campinas/SP



LEI Nº 11582 DE 04 DE JULHO DE 2003
DENOMINA PRAÇA ANTONIO POLEZEL UMA PRAÇA PÚBLICA DO
MUNICÍPIO DE CAMPINAS
A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeita do Município de Campinas,
sanciono e promulgo a seguinte lei:
Art. 1º - Fica denominada Praça Antonio Polezel, o espaço físico frontal à
testada em curva do lote 01, quadra 48 do Arruamento Francisco B. de Miranda
(Taquaral), entre as Av. Orosimbo Maia e Paula Bueno.
Art. 2º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
Campinas, de julho de 2003
IZALENE TIENE
Prefeita Municipal

RUAS DE PIRACICABA QUE EU IDEALIZEI


José Polesel , vô Bepin
1903 -1972

LOTEAMENTO JARDIM RESIDENCIAL ITABERÁ

Rua 01: Rua José Polezel – Lei nº 3572/1993

Rua 02: Rua Pietro Casagrande - Lei nº 3579/1993

Rua 03: Rua Ricardo Gobbo - Lei nº 3575/1993

Rua 04: Rua Aristides Altafin – Lei nº 3574/1993

Rua 05: Rua Arcângelo Baldassin – Lei nº 3573/1193

Rua 06: Rua José Tomazella – Lei nº 3577/1993

Rua 07: Rua da Imigração Veneta

em homenagem aos imigrantes venetos que viveram no bairro do Rolador, em Piracicaba, incluindo meu avo, Jose Polezel, Bepin.

Rua Padre Roberto Maria Drummond Gonçalves
Avenida Irmã Maria Felicíssima Moschini
Praça Madre Maria do Cenáculo

em homenagem á tres grandes santos que viveram em Piracicaba e que eu tive o privilégio de conhecer.

terça-feira, 7 de abril de 2009

FOLHA DE VILHENA/RO

Tv Folha de Vilhena
Destaques
Edição Impressa
Eventos


Morre mãe do ex-prefeito Vitório Abrão

GERAL - 23/3/2009 11:36:51
Faleceu agora a pouco na residência da ex-deputada Ivove Abrão, Regina Polezel Abrão que completaria no início de maio 81 anos de idade.Dona Regina entrou com coma na tarde de ontem domingo e não resistiu, vindo a falecer por volta das 08hs05 desta segunda-feira, 23.Regina era mãe do ex-prefeito de Vilhena Vitório Alexandre Abrão e da ex-deputada estadual Ivone Abrão.O corpo está sendo velado na casa da ex-deputada na avenida leopoldo Peres - Centro e será sepulado no final da tarde desta segunda-feira, no Cemitério Municipal Cristo Rei.

MORTE DE REGINA POLEZEL ABRÃO


primos,
nossa família é grande, mais de 400 pessoas, e nem sempre nos conhecemos ou nos falamos.... mas temos algo em comum: somos descendentes de FORTUNATO POLLESEL e REGINA GOBBO. Eles aportaram em terras brasileiras em 1897 e desde então somos Brasileiros, e com muito orgulho!
Vou utilizar este meio de contato para estreitarmos os nossos laços de parentesco e partilhar notícias, que acham?

Partilho com voces uma notícia triste, a morte de REGINA POLEZEL ABRÃO. Ela tinha 80 anos e faleceu na segunda-feira última, 23 de março de 2009, em Vilhena, Rondonia. Regina era filha de Victório Polezel e Conceição Benites e viúva de Mamede Abrão. Vivia há muitos anos no estado de Rondonia onde sua famíla tornou-se numerosa, respeitada e conhecida.
Deixa muitos descendentes e á eles nossos sinceros pêsames.... além da certeza da ressurreição, em Cristo.