segunda-feira, 19 de novembro de 2012

3a. ASSEMBLÉIA GERAL DOS LEIGOS MISSIONÁRIOS XAVERIANOS

Aconteceu em Curitiba/PR nos dias 17 e 18 de novembro de 2012 a 3a. assembleía geral dos LEIGOS MISSIONÁRIOS XAVERIANOS.


ESTIVEREM REUNIDOS REPRESENTANTES DOS ESTADOS DE SÃO PAULO, MINAS GERAIS E PARANA, DE TODAS AS PARÓQUIAS XAVERIANAS.

Claudinei Pollesel, Pe. Miguel Taboada e Manoel Donizete Lopes

Claudinei Pollesel e Paulo Moroni, eleito presidente da associação pelos próximos 2 anos.



A comitiva de Piracicaba ficou hospedada na casa das Irmãs Franciscanas da Beata Angelina.
nosso carinho e gratidão ás Ir. Tania e Malvina.

Momento de formação com o grande educador Pe. Domenico Costella, que palestrou sobre o leigo no Concilio Vaticano II.

Presença das Irmãs Xaverianas: Berandete, Rosa


Pe. Sante Gatto falou sobre o leigo nos documentos da Igreja da América Latina.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

IMAGEM DE SÃO GUIDO MARIA CONFORTI E SUA LADAINHA



(artística imagem de São Guido Maria Conforti, elaborada em Londrina/PR para veneração nas comunidades xaverianas do Brasil).


"Ladainha de São Guido Maria Conforti"


LADAINHA A SÃO GUIDO MARIA CONFORTI
S. GUIDO, chamado por Deus, desde a infancia:

R. GUIAI-NOS E PROTEGEI-NOS!

S. GUIDO, devoto e seguidor do Crucifixo:

SÃO GUIDO, provado pela cruz das doenças:

SÃO GUIDO, devoto de São Francisco Xavier:

SÃO GUIDO, sacerdote e bispo missionário:

SÃO GUIDO, servo fiel e obediente á Divina Providencia;

SÃO GUIDO, arauto do Evangelho nas famílias:

SÃO GUIDO, testemunha do amor pela Eucaristia, força da missão:

SÃO GUIDO, animador da devoção ao Santo Rosário:

SÃO GUIDO, fundador da União Missionária do Clero:

SÃO GUIDO, ardoroso promotor da Missão Além-Fronteiras:

SÃO GUIDO, animador da catequese bíblica:

SÃO GUIDO, exemplo de bondade, ternura e alegria:

SÃO GUIDO, lutador contra os males da guerra e do modernismo:

SÃO GUIDO, profeta da missão no mundo moderno:

SÃO GUIDO, Fundador dos Missionários Xaverianos:

SÃO GUIDO, propagador da missão na China e no mundo inteiro:

SÃO GUIDO, incansdável peregrino nas visitas pastorais:

SÃO GUIDO, inspirador de um novo mundo como grande família:

SÃO GUIDO, homem de Deus e do amor ao martírio:

SÃO GUIDO, patrocinador da missão local e mundial.

(elaborada por Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina e único Bispo Brasileiro presente á canonização de São Guido Maria Conforti).

Pe. Mario Faleiros da Silveira, querido amigo .... 01 mes de sua páscoa definitiva!





















sábado, 20 de outubro de 2012

“DIÁRIO DE UM HOMEM FELIZ – Pe. Luigi Médici – Missionário Xaveriano”


Claudinei Pollesel, historiador e membro do IHGP, D. Getúlio Teixeira Guimarães, bispo da Diocese de Cornélio Procópio/PR, Pe. Geraldo Bahia, pároco de Santa Mariana/PR e Pe. Giovanni Murazzo, missionário Xaveriano, pároco na diocese de Piracicaba/SP, durante o lançamento do livro “DIÁRIO DE UM HOMEM FELIZ” em 14/10/2012 na Paróquia Nossa Senhora Medianeira de todas as Graças, em Santa Mariana/PR.

A amizade de mais de 25 anos entre o historiador Claudinei Pollesel e o missionário Xaveriano, Pe. Giovanni Murazzo produziu mais um fruto: o livro “DIÁRIO DE UM HOMEM FELIZ – Pe. Luigi Médici, missionário Xaveriano”. É o terceiro livro escrito pelos amigos Claudinei e Giovanni!

O lançamento desta obra aconteceu no domingo, 14 de outubro de 2012, na cidade de Santa Mariana/PR, diocese de Cornélio Procópio e contou com dois belos momentos: a santa Missa celebrada ás 9 hs. pelos Padres Giovanni Murazzo e Geraldo Bahia e sessão de autógrafos ás 10 hs. no salão Paroquial Pio XII, com a presença do bispo da diocese, D. Getúlio Teixeira Guimarães, que fez uma bela explanação sobre a importância da presença xaveriana naquela diocese por tantos anos e sobre a figura inesquecível de Pe. Luigi Medici, ainda hoje muito lembrada pelos antigos paroquianos.

“DIÁRIO DE UM HOMEM FELIZ” é uma pequena parte do diário escrito pelo Pe. Luigi Medici, pioneiro dos Xaverianos no Brasil. Pe. Medici inicia a escrita de seu diário em 1940, quando estava com 20 anos e ingressando na Congregação dos Missionários Xaverianos e escreve pela última vez em 2007, três dias antes de embarcar definitivamente para a Itália. São mais de 1500 páginas digitadas pelo próprio autor! O livro traz um resumo de sua vida missionária no Brasil por mais de 50 anos e retrata, particularmente, sua passagem pela cidade de Santa Mariana/PR onde foi pároco por 16 anos. “Pe. Medici dizia que a sua maior alegria foi a paróquia Nossa Senhora Medianeira, de Santa Mariana/PR, por isso utilizamos este critério para a seleção do texto que compõe o livro”, explicam os organizadores.

Pe. Luigi Medici atuou em muitas outras cidades do estado de São Paulo e do Paraná. Ultimamente seu trabalho era organizar e manter o arquivo da congregação na Casa Regional, na Vila Mariana, São Paulo. Desenvolveu este trabalho no arquivo de forma admirável e sistemática. Aprendeu a utilizar o computador com mais de 70 anos e tornou-se exímio digitador e conhecedor dos meandros da informática. Faleceu em 2010, com 90 anos, na Casa Mãe dos Xaverianos, em Parma, Itália.

Foi Superior Regional dos Missionários Xaverianos e foi neste seu mandato que os Xaverianos vieram para a diocese de Piracicaba, assumindo duas paróquias de periferia: Imaculado Coração de Maria, na Paulicéia e São Francisco Xavier, no Itapuã.

A obra tem a apresentação de D. Edson de Castro Homem, bispo auxiliar do Rio de Janeiro e diretor nacional da Legião de Maria e prefácio de Ir. Dina Manfredi, Missionária de Maria, Xaveriana, além de texto dos organizadores, Claudinei Pollesel e Pe. Giovanni Murazzo.




A obra está á disposição dos interessados pelo preço de $10,00 (dez reais):

Secretaria da Paróquia Imaculado Coração de Maria

Rua Antonio Bacchi, 1065 – Paulicéia

Piracicaba/SP

Fone: 19.342240 80

murazzo@terra.com.br



Secretaria da Paróquia Nossa Senhora Medianeira de todas as Graças

Praça Pres. Getúlio Vargas, 200

Santa Mariana/PR

Fone: 43.35311101

padrebahia@hotmail.com







quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A SEPULTURA DE DOM EDUARDO KOAIK

A SEPULTURA DE DOM EDUARDO KOAIK


Claudinei Pollesel

“D. Eduardo Koaik foi sepultado na cripta da Catedral de Santo Antonio, de Piracicaba/SP.” Assim é noticiado pelos meios de comunicação sobre o local do sepultamento do nosso querido bispo e pastor amado. Mas, mesmo em momentos tristes e de profunda reflexão, é possível colocar uma pitada de história, como tempero da notícia.

A Catedral de Piracicaba não possui mais sua cripta original. Por iniciativa de Mons. Jamil Nassif Abib, pároco da Catedral e de D. Fernando Mason, bispo da Diocese, este espaço fúnebre deixou de existir em abril deste ano, quando foram exumados os restos mortais de Mons. Manoel Francisco Rosa, morto em 07/06/1965 e de D. Aniger Francisco Maria Melillo, morto em 17/04/1985.

Construiu-se na nave principal, sepulturas e ossuários destinados aos bispos e á outros dignitários da diocese local. Foi perfeita e oportuna esta reforma no templo principal da diocese, pois assim as sepulturas ficam próximas de seus fiéis, que podem venerar seus mortos, prestando-lhes a homenagem da visita e da oração, antes impossível. O único senão fica por conta dos degraus em volta das sepulturas. O ideal seria que fossem rentes ao chão, como são nas antigas igrejas que abrigam seus mortos em seu solo sagrado. Recentemente assistimos o sepultamento do cardeal D. Eugenio Salles, na Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro, nestas condições, sendo a sepultura ao nível do chão.

O corpo do querido D. Eduardo Koaik foi colocado ao lado dos restos mortais de Mons. Rosa e de D. Aniger, que foram inumados neste local na quinta-feira santa, 04 de abril de 2012. Esta sepultura está entre os altares de Nossa Senhora de Fátima e do Imaculado Coração de Maria. Local perfeito, bonito e digno para o descanso do nosso querido pastor, que sob o olhar materno da Mãe de Deus e nossa, aguarda a ressurreição. C om certeza está feliz, caso seja possível este sentimento no paraíso.

Resta-nos agora aguardar de Mons. Jamil, historiador e nosso confrade no Instituto Histórico, que se anime á requisitar á Arquidiocese de São Paulo os restos mortais de D. Ernesto de Paula, primeiro bispo, construtor da catedral e fundador da diocese, que está sepultado na cripta da Catedral da Sé. Seria uma homenagem justa ao nosso primeiro bispo e á história da Diocese de Piracicaba. Com certeza, todo o povo católico de Piracicaba, faria uma comovente recepção ao venerando bispo que renunciou ao governo da diocese em 1960, por problemas de saúde.

Consta que foi por vontade própria, expressa em testamento, que D. Ernesto de Paula, foi sepultado em São Paulo, na cripta da Sé. Ele faleceu em 31 de dezembro de 1994 aos 95 anos. Quem sabe agora, após quase 20 anos de sua morte, seja possível esta transferência que será um marco na história da igreja local.

(Claudinei Pollesel, do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba).


COMENTÁRIO DE DOM FERNANDO MASON, BISPO DE PIRACICABA:
Prezado Sr. Claudinei


Considero o texto ponderado e oportuno, pois os jornalistas insistiram com a tal de cripta; se vê que não sabem o é cripta. Fico contente também em saber que o Sr. Achou oportuna a mudança. Quando ao degrau, é para evitar que alguém pise encima da lápide; ainda haverá uma proteção entorno ao túmulo; Mons. Jamil está bolando a coisa, entre muitos outros afazeres e com os tempos que lhe são próprios!

Um abraço

Dom Fernando

COMENTÁRIO DE MONS. JAMIL NASSIF ABIB, VIGÁRIO GERAL E PÁROCO DA CATEDRAL:
Meu caro Claudinei,

grato pela atenção do envio da matéria sobre D. Eduardo.

Há algum tempo, D. Eduardo - embora nos surpreendendo com a sua resitância - vinha nos oferecendo um quadro de saúde extremamente precário.

Dentre os cuidados que mereceu e que não lhe faltaram - indeclinávelmente o assunto da cripta da Catedral vinha à tona.

O projeto de Benedito Calixto de Jesus Neto ( o mesmo da Basilica de Aparecida) não previu nem a cripta e nem outrras dependêcias que foram se mostrando necessárias ao longo do tempo.

Intervenções do próprio D. Ernesto, no seguir das obras (ex: altura da pia batismal - 1954) - construção da cripta (1954) -

como dos pósteros bispos e párocos, (salão, salas de atendimento, secretaria, ventiladores, iluminação, som, orgão interferiram no projeto - alguns para melhorar: orgão - supressão da escada de acesso aos andares superiores, na parte extrerna - instalações da Cúria Diocesana, etc. Outras intervenções, entretanto, não foram tão felizes, ao olhar de hoje . Razões? falta de recursos, soluções provisórias ou improvisadas, etc Exemplo: implantaçãoi da secretaria (1969) - a pintura das paredes internas (1971) - a substituição das luminárias de vidro por lampadas fluorescentes (1975) - a diminuição do espaço da sacristia para a substituição de anexos (1979) - a substituição das luminárias de vidro por lampadas fluorescentes (1975), etc.

O espaço existente dificulta um projeto harmônico que contemple a conservação do patrimônio histórico que é a Catedral, como, tambem, as exigências litúrgicas atualizadas e as necessidades de funcionamento de uma sede paroquial.

A cripta resultou da divisão do grande salão inferior. Construiu-se uma capela, sem acesso direto para a rua ou para a nave da Catedral.

Não se vislumbrou outra solução para que a cripta lembrasse uma capela mortuária . Foi construida em 1954 . Em 1965, recebeu os despojos de Mons. Rosa e, posteriormente, de D. Aniger. Em julho de 1979, já se pensava em encontrar um lugar mais adequado para a cripta. Pensou-se em transferí-la "para o próprio corpo da igreja, aproveitando-se ou os altares laterais, como jazigos, ou a capela do Batismo, na entrada à esquerda" (Tombo V, 22v).

As mesmas alternativas, levantadas em 1979, mostraram-se inviáveis, quando, em 2007, tiveram início as conversas para a implantação de um projeto abrangente de recuperação da Catedral, ainda em andamentro.

A situação de saúde de D. Eduardo forçou a retomada do assunto da cripta.

Desde o episcopado de D. Eduardo, era seu desejo transferir para Piracicaba os despojos de D. Ernesto, primeiro bispo e construtor da Catedral. Repousam, ainda, na cripta da Catedral de São Paulo, ao lado dos bispos paulistanos, do Regente Feijó, do indio Tibiriçá, de Bartolomeu de Gusmão e outros. D. Fernando abraçou a causa que está esbarrando numa avalanche de exigências burocráticas.

Em agosto de 2012, D. Fernando aceitou a proposta de sepultamento dos despojos, ao longo das paredes laterais, no intervalo entre os altares. Nesse mês e no seguinte, ficaram prontos os jazigos. No dia 4 de abril deste ano, foram inumados os ossos de Mons. Rosa e D. Aniger nos novos jazigos.

A proposta primeira foi a de dar maior proximidade para o povo. A proposta segunda, foi a de destacar os jazigos, sem prejuducar muito a harmonia e a combinação dos elementos que compõem, atualmente, o espaço interno desse monumento piracicabano. A elevação em relação ao piso foi proposta por D. Fernando para ressaltar o elemento novo ali existente e, tambem, seguir o padrão dos degráus dos altares laterais.

Vão ai algumas referências não muito conhecidas.

Parabens pelo seu trabalho

Meu abraço,

Mons. Jamil