sábado, 12 de setembro de 2009

SAUDADES - DIMAS ADEMIR GARBIM


Nossa família está mais triste com a partida repentina de Dimas Garbim..... ele faleceu na noite de quinta-feira, 10 de setembro, vitimado por infarto fulminante, em sua casa, em Campinas/SP.
Seu sepultamento foi ás 16 hs. de sexta-feira, 11 de setembro, no Cemitério Flamboyant. Nossos sentimentos á esposa, Shirley Polesel e ás suas filhas, Juliana e Josiane.
Dotado de grande alegria e presença marcante fazia a diferença em qualquer encontro. Saudades!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Entrevista com Padre Luigi Médici, pioneiros dos missionários Xaverianos no Brasil


Entrevista com o Claudinei no dia 02 de agosto de 2004.

Como foi a sua infância e quais foram os fatos que podem ter fornecido o surgimento de vocação religiosa?

Nasci no dia 13 de janeiro de 1920 numa cidadezinha do norte da Itália.
Os primeiros dias foram felizes pois tínhamos casa própria e um nível de vida de classe média de então. Meu pai era mestre de obras que, infelizmente pela sua bondade, caiu na falência
quando eu tinha apenas seis anos. Deixou a viúva com seis filhos pequenos e sem recursos.
Minha mãe era uma mulher muito piedosa e educava os filhos na prática religiosa convicta no temor de Deus.
Tenho uma lembrança inesquecível de meu pai. No momento de sua morte fez questão de me ver. Foram procurar-me na escola onde estava cursando o quarto ano do primário e quando me viu, sorrindo, disse estas palavras: “Oh! O meu pequeno padre!” e, reclinando a cabeça, faleceu.
Está lembrança me acompanhou em cada passagem da minha vida. Não tenho receio em declarar que foi naquele momento que foi lançada no meu coração a semente da vocação religiosa.

Porque a opção pelos missionários Xaverianos?

Durante a última grande guerra os seminários diocesanos eram visitados repetidamente por vários padres das congregações missionárias que, não podendo voltar as suas missões faziam animação missionária entre os futuros sacerdotes diocesanos.
Entre eles apareceram também alguns missionários Xaverianos falando de sua missão na China. Isto me fascinava e me fez lembrar que nos anos de 1928-30 quando ainda era coroinha, um padre xaveriano, meu concidadão que tinha voltado da China, após as missões, ficava tempo comigo para satisfazer a minha curiosidade sobre sua missão e suas façanhas; me dava feixes de revistas de sua congregação que eu lia com avidez e me fazia sonhar de me... tornar como ele.
Agora o germe lançado naquele tempo dava o seu fruto.

Porque a vinda ao Brasil? Foi um projeto pessoal ou da congregação?

Depois da grande guerra, na congregação havia muitos padres mais velhos do que eu esperando para serem enviados ás missões, aliás eu era um dos recém ordenados. Depois de longos nove anos de espera pedi ao superior geral que me enviasse as missões no exterior. Ele me perguntou: “Onde você quer ir?” Respondi logo: “Japão” , ele retrucou: “esta certo, você irá ao Brasil!”. Não foi portanto uma escolha minha, mas uma simples obediência religiosa ao superior. Dois meses após este diálogo já estava na terra de Santa Cruz.

Desenvolveu algum trabalho antes de vir ao Brasil?

Sim. Trabalhei durante nove anos na animação missionária como administrador do escritório da imprensa missionária da congregação no pós-guerra. Tínhamos uma revista missionária para todos, outra para jovens, outra para familiares e benfeitores e outra pra professores católicos das escolas italianas. Chegamos até a montar uma tipografia para editar as nossas produções.

5)Como foi o inicio do seu trabalho no Brasil?

Cheguei em Curitiba vindo da Itália após uma longa venturosa viagem de avião a élice, em novembro de 1954. No dia 2 de janeiro seguinte fui enviado para São Paulo para iniciar nesta cidade uma atividade de animação missionária. Fiquei sozinho, sem conhecer ninguém, sem possuir a língua portuguesa sem ter um lugar onde pousar a cabeça e completamente sem dinheiro. Foram os capuchinhos que me hospedaram nos casebres de andarilhos onde fiquei por uma semana. Em seguida Dom Paulo Rolim Loureiro, Bispo auxiliar em São Paulo, enviou-me na paróquia Nossa Senhora de Sião no alto do Ipiranga para ajudar o padre Carlos Giele, vigário, que adoeceu poucas semanas depois e assim eu fiquei sozinho naquela grande paróquia.

Quais foram os trabalhos desenvolvidos no Brasil?

O missionário que deixa a sua pátria tem como prioridade a evangelização mas, ao mesmo tempo deve ser apto a incentivar a promoção humana dos povos onde foi enviado. Por isso comecei desde os primeiros tempos em São Paulo uma obra para tirar menores de rua por meio do "centro comunitário de promoção do menor", obra que ao longo destes 50 anos desenvolveu-se em vários grupos que ainda estão funcionando nas cidades de São Paulo e Curitiba.
Como filho de pedreiro mestre de obras não podia também deixar de construir alguma coisa. Assim dediquei-me a construção dos seminários Xaverianos em Jaguapitã, Santa Mariana, no Paraná e também da atual sede de direção Regional dos Xaverianos na Vila Mariana em São Paulo. No campo pastoral fui vigário em três grandes paróquias, a saber: Jaguaritã- PR, Laranjeira do Sul- PR e Santa Mariana –PR.

Como resumiria o período em que o senhor foi provincial? Quais foram as realizações de maior importância? Quais os desafios?

Foi um período de relativa tranqüilidade em que foi preciso reestruturar a nossa organização em vista do futuro. Assim deixamos algumas paróquias do Paraná e abrimos campos de trabalho em Minas Gerais na Diocese Itabira/Coronel Fabriciano. Iniciamos também o nosso ministério sacerdotal na periferia de São Paulo enfrentando grandes desafios devido a falta total de estrutura naquela região e a rapidez do seu crescimento.

Se tivesse que citar uma alegria e uma tristeza destes 60 anos de sacerdócio, quais seriam?Quais suas devoções? Qual o titulo de Nossa Senhora lhe inspira mais? Qual o santo?

A alegria maior foi para mim a paróquia de Sta Mariana onde tive a felicidade de ver uma comunidade cristã ressurgir do desmazelo total até se tornar uma verdadeira comunidade missionária. Fiquei nela como vigário durante 14 anos e encontrei o apoio e a colaboração total dos leigos em todas as linhas da pastoral. Nela foi possível construir um seminário xaveriano com os recursos de todos e foram criadas comunidades eclesiais de base em toda parte.
A confirmação desta realidade foi provada neste ano, no mês passado, quando fui convidado a celebrar o 50º. ano de minha chegada no Brasil. Embora tivessem passados 24 anos desde a minha saída da paróquia, o povo lotou o ginásio de esportes que tem capacidade para 5 mil pessoas para agradecer e me declarar "cidadão honorário” daquela cidade. Pequena satisfação humana para mim, mas grande honra para eles.
A tristeza foi a noticia da morte da minha mãe na Itália. Tristeza que se tornou fonte de bem para a paróquia. O caso aconteceu assim: Havia uma centena de jovens no salão esperando a minha palestra, no momento de entrar na sala recebo um telegrama com estas simples palavras: “tua mãe morreu". Entrei na sala mas, pela emoção não conseguia falar e os jovens cheios de vitalidade não conseguiam calar.
Então li para eles o telegrama recebido. Fez-se um silêncio total! Daquele momento em diante toda paróquia refloresceu, milagre da comunhão dos santos!
A devoção: Nunca desprezei as devoções particulares do povo porém na minha devoção foi sempre cristocêntrica juntamente á devoção a Nossa Senhora, Sua Mãe, sob o título de Nossa Senhora das Graças, pois foi a Ela que minha mãe me consagrou um dia antes de eu nascer.
O santo: São José porque sempre me acompanhou na vida.

A idade avançada e as dificuldades com a saúde deixam qual mensagem?

Coragem e bom humor!

Como é o seu trabalho no arquivo da congregação? Qual o sentido e o alcance do arquivo?

A finalidade do arquivo é salvar a memória dos muitos confrades que passaram por esta região xaveriana, dos seus trabalhos, obras e sacrifícios e sua dedicação ao povo brasileiro. Seria injusto esquecer a história daqueles que deixaram tudo para se dedicar ao bem do próximo. Além do mais a historia se faz com os documentos e não com as conversas.

Qual a mensagem que o senhor deixaria nesta comemoração de 60 anos de sacerdócio?

A vida é um dom de Deus - Fomos criados para a felicidade. Porém nunca alcançamos a felicidade sozinhos. O egoísta é um infeliz. Depois de 60 anos de serviço ao próximo posso afirmar tranqüilamente: “VALEU A PENA!”.

Em algum momento o senhor duvidou de sua vocação ou de que tivesse feito a escolha certa?

NUNCA!

Existe algum projeto de voltar à Itália?

Nós não temos projetos, só obedecemos!

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Dom Ernesto de Paula, primeiro Bispo de Piracicaba e Padre Oscar Ferraz do Amaral, na antiga capela da Paulicéia

Famílias POLLESEL que imigraram para o Brasil

POLLESEL

1. Felice - pai 35
Maria Carli- mãe 32
Catterina- filha 7

desembarque em santos em 02 de março de 1888
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2. Felice -pai 33
Pasqua mãe 30
Angelo filho 6
Teresa filha 3

desembarque em santos em 23 de dezembro de 1888
vapor: Fortunata Raggio
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3. Giovanni pai 51
Catterina mãe 44
Giuseppe pai 42
Marianna mãe 30
Maria filha 17
Rosa filha 16
Luigi filho 10
Giacomo filho 10
Antonio filho 9
Amalia filha 7
Giacobbe filho 6
Amedeo filho 5
Amalia filha 2
Pietro filho 1

desembarque em Santos em 21 de janeiro de 1889
vapor: Palestro
contratados por Francisca de Paula
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POLESEL

1. Luigi pai 26
Giuseppina mãe 26
Ruggiero filho 5
maria filha 3

desembarque em santos em 28 de agosto de 1884
vapor: Scrivia
destino: Ribeirão Preto
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2. Giacomo pai 40
Regina Carmella mãe 30
Felice filho 5
Dommenica Luigia filha 3

desembarque em Santos em 06 de maio de 1887
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3. Antonio chefe 58

desembarque em Santos em 12 de fevereiro de 1888
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4. Angelo pai 46
Luigia mãe 35
Adamo filho 15
Giovanni filho 12
Regina filha 10
Giuditta filha 8
Umberto filho 6
Constante filho 3
Caríssimo filho 1

desembarque em Santos em 04 de maio de 1888
vapor: San Martino
contratados pela Baronesa Oliveira Amaral
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5. Benedetto pai 40
Maria mãe 35
Basílio filho 10
Emília filha 7
Santa filha 4

desembarque em Santos em 07 de fevereiro de 1889
vapor: Bourgogne
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6. Tomaso filho 27
Maria mãe 54

desembarque em Santos em 05 de janeiro de 1891
vapor: Bearn
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7. Pietro pai 40
Fortunata mãe 33
Giovacchino filho 11
Luigi filho 9
Eugenio filho 7
Rosalia filha 5
Giuseppe filho 4
Giorgio filho 3

desembarque em Santos em 20 de novembro de 1892
vapor: Michele Lazzaroni
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8. Antonio pai 55
Regina mãe 55
Enrico filho 7
Marco filho 5
Eliseo filho 3
Giulia filha 1

desembarque em Santos em 14 de outubro de 1897
vapor: Sempione
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9. Antonio pai 31
Teresa mãe 26
Guerino filho 4
Zalle filha 2

desembarque em Santos em 29 de novembro de 1897
vapor: Whashington
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10 . Pietro pai 34
Stella mãe 24
Giovanni filho 1

desembarque em Santos em
vapor: Equitá
destino: Itatinga, contratados por Francisco de Mattos
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11.. Vittorio chefe 31
Maria mulher
Francesco filho

Desembarque no porto de Vitória/ES em 03 de abril de 1892
Vapor: Olinda com escala no Rio de Janeiro
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01.. Angelo chefe 67
Pietro sobrinho 13
Regina sobrinho 15
Giuditta sobrinha 17
Luigi sobrinho 24
Angela cunhada 47
Maria cunhada 40
Osvaldo irmão 59

desembarque em Santos em 07 de abril de 1888
vapor: M. Bruzzo
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2. Francesco pai 48
Regina mãe 43
Santa filha 19
Maria filha 17
Lucia filha 11
Pietro filho 8
Nicola filha 6
Luigi filho 1
Luigia filha 16

desembarque em Santos em 13 de fevereiro de 1887
vapor: Bourgogne
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3. Luigi marido 57
Angela mulher 52

desembarque em Santos em 24 de fevereiro de 1888
vapor: Attivita
Contratados por Dr. Henrique Dumont
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4.. Luigi

Desembarque em Santos em 01 de outubro de 1892.
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5.. Sebastiano marido 52
Santa mulher 45
Lucia filha 19
Maria filha 12

desembarque no Rio de Janeiro em 23 de dezembro de 1888
Vapor: Malabar
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6.. Tomaso marido 52
Antonia mulher 48
Giovanni filho 25
Rosa Nora 26
Giovanni filho 1
Giuseppe filho 21
Rosa filha 18
Angelo filho 16
Dommenico filho 14
Marco filho 9
Eugenio filho 4

desembarque em Santos em 13 de fevereiro de 1887
vapor: Bourgogne
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7.. Sante marido 44
Giuditta mulher 33
Antonia filha 15
Pietro filho 13
Felice filho 9
Caterino filho 7
Carlo filho 5
Luigia filha 3
Teresa filha 1
Masson Maria Sogra 59

Desembarque em Santos em 04 de maio de 1888
vapor: San Martino
Destino: Amparo
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8.. Luigi chefe
Angelo pai
Gio batta Tio
Giovanni Primo
Giuseppe Primo
Angelo Primo
Luigia Irmã
Maria Irmã
Olivia Tia

Desembarque em Santos em 1888

Irmã Maria Felicissima Moschini - Franciscana do Coração de Maria

IRMÄ MARIA FELICISSIMA MOSCHINI
Uma santa enfermeira na terra

A Franciscana do Coração de Maria Irmã Maria Felicíssima Moschini foi realmente aquela italiana que se doou para o engrandecimento desse Pais, que necessita de corações generosos, que ajude os pobres, os necessitados, os doentes, foi o que fez como enfermeira e farmacêutica.
(Irmã Maria Luigia Moschini, durante a I Semana de Cultura Italiana realizada em Piracicaba\SP em 1999).

Vivo agora em São Paulo, capital, por forca do meu trabalho e encontrei-me há poucos dias com o querido amigo Dr. João Orlando Pavão. Encontro agradável, convite irrecusável: escrever no jornal da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba!!! Da Santa Casa que me viu nascer e onde nasceu minha filha Victoria Maria!
Aproveito então a oportunidade para escrever sobre o privilegio de Ter convivido e privado da amizade com a religiosa Franciscana Irmã Felicíssima. Italiana nascida na Província de Trento, (a mesma região do norte da Itália que deu ao Brasil sua primeira Santa: Madre Paulina), veio para Piracicaba com apenas 10 anos acompanhando seus pais e irmãos que emigraram na esperança de dias melhores. Nascida no seio de uma família cristã que deu à Igreja outros três grandes religiosos franciscanos: Frei Felicíssimo Maria de Prada (1884-1960), Frei Mário Moschini (1924-1987) e a Irmã Maria Luigia Moschini, abnegada e atuante religiosa da comunidade Franciscana da Santa Casa de Piracicaba. Atuou muitos anos em Jundiaì/SP, mais precisamente 38 anos, sendo 25 na área de enfermagem do Hospital S. Vicente de Paula e 13 na Cidade Vicentina Frederico Ozanan. Transferida depois para Piracicaba permaneceu como responsável pela farmácia do Lar dos Velhinhos de Piracicaba pôr quase 6 anos, onde faleceu em 23 de outubro de 1993, após suportar terríveis males de saúde causados pelo câncer.
Em vida recebeu varias homenagens e tive a honra de organizar duas homenagens póstumas:
· Inauguração da Avenida Irmã Maria Felicíssima Moschini em Piracicaba/SP, em 1996.
· Outorga do Diploma Irmã Maria Felicíssima Moschini, durante a Semana de Cultura Italiana, realizada anualmente em Piracicaba durante o mês de novembro para “reunir, saudar, resgatar e homenagear pessoas ligadas às comunidades italianas de Piracicaba. Este diploma foi artisticamente criada e concebido pelo artista plástico Marco Antônio Cavallari e tornou-se objeto de grande admiração entre os felizes contemplados, como por exemplo, Dona Otìlia Dedini, Prof. Humberto de Campos, Dr. Narciso Gobbin, Vereador João Manoel dos Santos, entre tantos outros).
Exemplos como o desta irmazinha só nos fazem bem e perpetuar sua lembrança è assegurar para as gerações futuras o privilégio que tivemos de Ter conhecido e convivido com esta enfermeira que foi uma verdadeira santa na terra.

(Claudinei Pollesel – Conselho Acadêmico do Clube dos Escritores e Membro Titular do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba)