segunda-feira, 11 de maio de 2015

RUA ROSA CAETANO POLEZEL






PROJETO DE LEI Nº 008/14
Dispõe de denominação de via pública no Loteamento Jardim Monte Feliz, Bairro Água Branca, neste Município.


Art. 1o - Fica denominado de “ROSA CAETANO POLEZEL” - cidadã prestante, a Rua “10” do Loteamento Jardim Monte Feliz, Bairro Água Branca, neste Município.

Art. 2o - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.



Justificativa


O referido projeto de lei visa prestar homenagem a Sra. Rosa Caetano Polezel, nascida em Piracicaba no Bairro Campestre, em 16 de agosto de 1936, filha de Adelino Caetano e Sebastiana de Arruda Caetano.

Ainda criança passou a morar no bairro Rolador, pois seus pais eram oleiros (fabricavam tijolos) e o bairro do Rolador possuía muitas olarias. Toda a extensão da Avenida Rio das Pedras, começando no Ipanema e indo até o Taquaral/Cecap chamava-se ROLADOR, nesta época; com o fim das plantações e das olarias começaram a surgir os loteamentos e a chega dos migrantes de outros bairros e de outros estados.

Neste bairro viveu a juventude, pobre e sofrida de uma família humilde e com poucos recursos.  Aí também conheceu o jovem campineiro JOSE ALBERTO POLEZEL que tornou-se seu marido.   A cerimônia foi realizada na Paróquia do Bom Jesus do Monte pelo Mons. Martinho Salgot.

Toda esta região, nesta época, pertencia á esta paróquia do Bom Jesus e os moradores desta zona rural eram muito católicos e ligados á região.  Por ser distante da cidade e da igreja eram muito comuns as reuniões em casas de família para rezarem o terço e novenas aos santos de devoção. Próximo dali existiam duas capelas rurais, a de Nossa senhora do Rosário, na Pompéia e a de São José, na fazenda Taquaral. Esta última, infelizmente, foi derrubada junto com o prédio da escola, pois eram propriedades particulares e a ganância falou mais alto.  

            Rosa sempre acompanhou este movimento religioso dos moradores do bairro.   Oferecia-se sempre para as reuniões do terço e novenas.   Prontificava-se  a visitar e ajudar as famílias mais necessitadas, principalmente com a criação dos loteamentos e a chegada de muitos migrantes da região norte e nordeste.






Na década de 80 passou a exercer a função de MERENDEIRA da Escola Mista da Fazenda Taquaral.   Nesta função pode colocar todo seu amor e carinho pelas crianças á disposição da comunidade. Nesta escola estudavam as crianças do bairro Taquaral, Rolador, Lima e até dos primeiros loteamentos (Sol nascente, Jardim Itabera e Itamaraca) e toda esta geração de crianças tinham na D. Rosa a figura protetora, bondosa, caprichosa, mas ao mesmo tempo exigente e cuidadosa com a comida e com o asseio daquela escola. Haviam aquelas crianças que iam de ônibus escolar, mas haviam também aquelas que iam á pé para a escola, chegando ao destino com fome e cansadas da caminhada. D. Rosa recebia á todos com carinho maternal, providenciando o leite e o pão para o café e depois o almoço, com sopa, arroz, carne e legumes. Aquilo que não era enviado pela Prefeitura ela providenciava entre os moradores e na horta da escola e de sua própria casa.

Homenagear ROSA CAETANO POLEZEL, é homenagear a figura da merendeira, aquela figura tão pouco lembrada mas que marcou a infância, a vida escolar das crianças de outro tempo e de hoje também.    Mais que uma funcionária publica, era a extensão da casa, aquela que fazia o papel mágico da mãe, que fazia a ligação entre a professora e a casa. 

D. Rosa faleceu em 20 de setembro de 2011, em Saltinho/SP, vítima de parada cardíaca. Foi sepultada no cemitério municipal daquela localidade.  

Em Saltinho viveu os últimos anos de sua vida dedicando-se á família e aos cuidados com a comunidade e com os vizinhos do bairro Azaléias.

Era casada com José Alberto Polezel, com quem teve os filhos Ana Aparecida, Claudinei, João Luiz, João Carlos e Maria Cecília.



Sala das Reuniões, 03 de Fevereiro de 2014.


                                              

(a)Laercio Trevisan Jr.


Currículo


A Sra. Rosa Caetano Polezel, nascida em Piracicaba no Bairro Campestre, em 16 de agosto de 1936, filha de Adelino Caetano e Sebastiana de Arruda Caetano.
        
Era casada com José Alberto Polezel, com quem teve os filhos Ana Aparecida, Claudinei, João Luiz, João Carlos e Maria Cecília.

Ainda criança passou a morar no bairro Rolador, pois seus pais eram oleiros (fabricavam tijolos) e o bairro do Rolador possuía muitas olarias. Toda a extensão da Avenida Rio das Pedras, começando no Ipanema e indo até o Taquaral/Cecap chamava-se ROLADOR, nesta época; com o fim das plantações e das olarias começaram a surgir os loteamentos e a chega dos migrantes de outros bairros e de outros estados.

Neste bairro viveu a juventude, pobre e sofrida de uma família humilde e com poucos recursos.  Aí também conheceu o jovem campineiro JOSE ALBERTO POLEZEL que tornou-se seu marido.   A cerimônia foi realizada na Paróquia do Bom Jesus do Monte pelo Mons. Martinho Salgot.

Toda esta região, nesta época, pertencia á esta paróquia do Bom Jesus e os moradores desta zona rural eram muito católicos e ligados á região.  Por ser distante da cidade e da igreja eram muito comuns as reuniões em casas de família para rezarem o terço e novenas aos santos de devoção. Próximo dali existiam duas capelas rurais, a de Nossa senhora do Rosário, na Pompéia e a de São José, na fazenda Taquaral. Esta última, infelizmente, foi derrubada junto com o prédio da escola, pois eram propriedades particulares e a ganância falou mais alto.  

Rosa sempre acompanhou este movimento religioso dos moradores do bairro.   Oferecia-se sempre para as reuniões do terço e novenas.   Prontificava-se  a visitar e ajudar as famílias mais necessitadas, principalmente com a criação dos loteamentos e a chegada de muitos migrantes da região norte e nordeste.

Na década de 80 passou a exercer a função de MERENDEIRA da Escola Mista da Fazenda Taquaral.   Nesta função pode colocar todo seu amor e carinho pelas crianças á disposição da comunidade. Nesta escola estudavam as crianças do bairro Taquaral, Rolador, Lima e até dos primeiros loteamentos (Sol nascente, Jardim Itabera e Itamaraca) e toda esta geração de crianças tinham na D. Rosa a figura protetora, bondosa, caprichosa, mas ao mesmo tempo exigente e cuidadosa com a comida e com o asseio daquela escola. Haviam aquelas crianças que iam de ônibus escolar, mas haviam também aquelas que iam á pé para a escola, chegando ao destino com fome e cansadas da caminhada. D. Rosa recebia á todos com carinho maternal, providenciando o leite e o pão para o café e depois o almoço, com sopa, arroz, carne e legumes. Aquilo que não era enviado pela Prefeitura ela providenciava entre os moradores e na horta da escola e de sua própria casa.



RUA ROSA CAETANO POLEZEL - PIRACICABA/SP

Rua 10 do Bairro Água Branca é nomeada


A propositura de autoria do vereador Laércio Trevisan Jr. foi aprovada nesta segunda-feira


EM PIRACICABA (SP)  

Foto: Fabrice Desmonts - MTB 22.946Salvar imagem em alta resolução
Vereador Laércio Trevisan Jr. (PR)

A Câmara de Vereadores de Piracicaba, por intermédio do projeto de lei 08/2014, de autoria de Laércio Trevisan Jr. (PR), aprovou na reunião ordinária desta segunda-feira (31) a denominação  de “Rosa Caetano Polezel,” a rua 10 no loteamento Jardim Monte Feliz, no Bairro Água Branca.
Rosa Polezel nasceu em Piracicaba, no dia 16 de agosto de 1936. Casou–se com José Alberto Polezel com quem teve os filhos: Ana Aparecida, Claudinei, João Luiz, João Carlos e Maria Cecília.
Na década de 80 passou a exercer a função de merendeira, na Escola Mista da Fazenda Taquaral. Faleceu em 20 de setembro de 2011, em Saltinho/SP, vítima de parada cardíaca. Foi sepultada no cemitério municipal daquela localidade.  


Texto:  Martim Vieira - MTB 21.939  Juliana Goulart (estagiária)
Supervisão:  Martim Vieira - MTB 21.939
Revisão:  Martim Vieira - MTB 21

Centro de Convivência Infantil é denominado de Madre Celina - Prefeitura do Município de Piracicaba

Centro de Convivência Infantil é denominado de Madre Celina - Prefeitura do Município de Piracicaba

PAROQUIA IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA - 60 ANOS DE VIDA E MISSÃO

O livro Paróquia Imaculado Coração de Maria - 60 Anos de Vida e Missão conta a saga da construção da matriz no bairro Pauliceia por meio de relatos do padre João de Echevarria, construtor da igreja.

Lançado recentemente, essa é a sexta obra assinada pelo piracicabano e membro titular do IHGP (Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba), Claudinei Pollesel, e reúne artigos, entrevistas e imagens exclusivas da paróquia. 

Segundo o autor, a obra demorou um ano para ser concluída, com o processo de transcrição de todo o material relatado pelo padre João de Echevarria e depois com o preparo do texto e seleção de fotos históricas e atuais. 

“Na juventude fui seminarista, morando na casa paroquial da Igreja da Pauliceia. Todas as tardes prestava serviço como secretário da paróquia e nos momentos livres costumava manusear o livro tombo e os escritos do padre João de Echevarria e me encantava com as histórias ali registradas. Assim foi nascendo o desejo de um dia tornar toda aquela riqueza acessível”, explicou Pollesel.

A principal referência usada pelo autor para a história foi materiais primários, como o livro tombo da paróquia. 

“Reuni os textos do livro tombo número um da paróquia, dando voz e luz a estes textos, que permaneceram inéditos por 60 anos. Acompanhando as crônicas o leitor vai vendo uma comunidade católica nascendo no bairro, a identidade do bairro e junto com isso, a Igreja matriz. Tem também dois textos assinados pelos artistas plásticos Osvair Peron e Giovana Inácio, que são os autores das obras de arte que foram posteriormente introduzidas na arquitetura da igreja”, afirmou o autor.

De acordo com Pollesel, o livro é para todos os públicos e leitores que gostam de história. “Seja de Piracicaba ou frequentadores da igreja, eles vão se identificar com este livro. Quem gosta do gênero de biografia também vai gostar de ver o padre João contando uma história protagonizada por ele há tantos anos”, disse. 

A produção do livro foi sustentável, com páginas em papel biodegradável e renovável e a tinta utilizada na impressão foi à base de soja. 

SERVIÇO — Livro Paróquia Imaculada Coração de Maria — 60 Anos de Vida e Missão. Editora: Life. Gênero: Religião e História. 200 páginas. Preço: R$25, nas livrarias Mater Dei, Zac Livros e Nobel Centro, além da secretaria da paróquia (rua Antônio Bacchi, 1065, Paulicéia). Informações: (19) 3434-8968.
Reportagem: Jéssica Souza






HOMENAGEM Á MADRE CELINA - MOSTEIRO DE PIRACICABA


Santa Beatriz, pintado por Madre Celina.


a familia da Madre presente á cerimonia.


Dom Fernando Mason, prefeito Gabriel Ferrato e autoridades compõe a mesa.


O centro e Convivencia Infantil  Menino Jesus - Madre Celina


Vereador Pedro Kawai, Dom Fernando Mason e Prefeito Gabriel Ferrato



crianças homenageiam a Madre Celina


Nossa Senhora da Ternura, pintado pela Madre Celina


presente para o bispo e o prefeito, feitos pelas crianças


sobrinhas da Madre Celina conhecem o projeto.


benção e descerramento do quadro da Madre Celina




O descerramento da placa nominativa e da foto de Madre Celina aconteceu no dia 09 de maio de 2015, ás 10 horas, na sede do Centro de Convivência Infantil, localizado á Rua Frei Francisco Antônio Perin, 1091 – Bairro Novo Horizonte – Piracicaba/SP. A homenagem foi presidida pelo Revmo. Sr. Bispo da Diocese de Piracicaba, Dom Frei Fernando Mason e contou com a presença do Prof. Gabriel Ferrato, Prefeito do Município de Piracicaba, dos  Vereadores Laércio Trevisan Jr, Pedro Cruz e Paulo Campos, representantes dos Deputados Roberto Moraes e Antonio Carlos de Mendes Thame, do Pe. Ricardo Martins, ex capelão do Mosteiro, do Pe. Rodrigo Simões Anholeto, pároco da Paróquia São Francisco Xavier e amigos de Madre Celina. Foi muito significativa a presença das sobrinhas da Madre Celina, as senhoras Maria Auxiliadora de Souza Bernardes e Inês de Souza Lucchesi, além de outros familiares que vieram de São Paulo e de Tatuí, exclusivamente para prestigiar o evento.