segunda-feira, 14 de junho de 2010

MORREU PADRE ZEZINHO CHIARELLI


Morreu dia 12 de junho de 2010 na Casa Mãe dos Missionários Xaverianos, O Padre Giuseppe (Zezinho) Chiarelli. Este missionário trabalhou muito em Piracicaba/SP na Paróquia Imaculado Coração de Maria - Paulicéia, onde deixou muitas lembranças e saudades!
Seu velório esta acontecendo no Santuário Dom Guido Maria Conforti e seu sepultamento será em Parma.
Saudades! Sua Benção querido amigo!
Pe. Zézinho foi o primeiro xaveriano que conheci no ano de 1984, juntamente com Padre José Ibanez Serna.... era uma dupla do barulho: padre Zézinho e padre Zézão.

Pe. Zezinho nasceu em Taranto em 10 de maio de 1944 e foi ordenado em 27 de setembro de 1970.

No livro de homenaem ao Pe. Médici, morto no ultimo dia 06, publiquei o seguinte texto:

"Conheci os padres xaverianos em 1982. Eu tinha 14 anos quando minha família mudou-se para o bairro do Campestre em Piracicaba/SP. Tanto o campestre como o chicó são comunidades rurais e suas respectivas capelas (Nossa Senhora Aparecida e São José) pertencem á Paróquia Imaculado Coração de Maria, na Paulicéia, dirigida há muitos anos pelos missionários xaverianos.
Na paróquia anterior já freqüentava grupos de jovens e tinha uma vivência na igreja. Fui coroinha dos Frades Capuchinhos na Fazenda Taquaral e do Padre Joaquim de Paula Correa, no Piracicamirim.
Apesar de morar no campestre acabamos por freqüentar o chicó, meus pais, eu e meus irmãos solteiros, a Ana e o João.
Conhecemos nossos novos vigários: Pe. Zezinho (Giuseppe Chiarelli) e Pe. Zelão (Jose Ibanes Serna) e retomamos nossa vida de comunidade. Desde o inicio relatei ao Pe. Zezinho meu desejo de tornar-me padre e ele me convidou á freqüentar a Casa Paroquial da Rua Antonio Bacchi, 1065, onde funcionava o Seminário Xaveriano. A partir daí todos os meus finais de semana passei na rotina do seminário ou dentro do fusquinha dos padres, indo com eles nas visitas de todo o tipo."

Um comentário:

Piracicaba disse...

Claudinei,
Parabéns pelo blog!
Um trabalho muito bem feito, com muito calor humano, que conquista o leitor de imediato.
Um povo sem memória é um povo sem futuro , sua contribuição é muito importante!
Um grande abraço,
João U.Nassif