Mini crônicas - para não esquecer - 19

Mini crônicas – para não esquecer – 19 Ser padrinho de batismo é algo sério. A Igreja nos lembra de que nos tornamos corresponsáveis, junto dos pais, pela vida e pela educação na fé destes afilhados que nos foram confiados. O pai e a mãe tinham varias afilhados e por eles nutria carinho e amor especial. Era costume pedir a benção aos padrinhos igual se pedia aos pais, avós e tios. Perdeu-se muito deste bom habito. De todos estes afilhados lembro que o Dalmo, irmão do Neio, pediu a benção sempre. Habito santo e bonito. Outro detalhe desta relação é que os pais se tornavam compadres e comadres e esta relação era bastante valorizada. O titulo de compadre e comadre era acrescentado ao nome, ou mesmo substituindo o nome. No caso do “vo Delino”, pai de minha mãe, que batizou a Cila meu pai o chamava de “compadrete”, talvez uma forma mais carinhosa ou diferenciada por ser seu sogro. No tempo mais antigo meus pais foram padrinhos do Carlos Andreoli, do Jose Andreoli, do Dalmo Nascimento, da ...